Investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) revelaram hoje que o aperto da válvula aórtica pode ser atrasado em 50 por cento, através de dosagens de estatinas, enzimas que impedem a formação do colesterol.
Os especialistas da FMUP garantem que o tratamento com estatinas, usado para retardar a estenose valvular (aperto da válvula aorta), vai fazer parte das terapias "conhecidas, seguras e economicamente acessíveis".
Segundo os investigadores, o processo terapêutico é o "primeiro processo recomendado" para combater o colesterol elevado e prevenir a doença cardiovascular.
O estudo indicou que a doença afecta 10 a 15 por cento dos portugueses com idades entre os 65 e 80 anos, e corresponde aos casos mais frequentes de cirurgia de substituição valvular em vários países.
Os investigadores adiantaram à Lusa que "os próximos passos do estudo passam pelo desenvolvimento de um estudo genético mais aprofundado e pela melhor caracterização epidemiológica e imagiológica da doença".
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=328174
Notícia publicada em 16-04-2008
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